As ferramentas que já usa, a trabalhar juntas.
Pedidos registados, encaminhados e acompanhados sem ninguém copiar dados de um lado para o outro.
Situações que reconhece?
Tarefas repetitivas feitas manualmente todos os dias
Ferramentas que não comunicam entre si
Processos com erros evitáveis por falta de automação
Equipa a gastar tempo em trabalho que podia ser automatizado
Automatizar o que já existe, não recriar do zero
Antes de automatizar, mapeamos como o processo funciona hoje — com que ferramentas, por quem, onde perde mais tempo — para a automação encaixar no que já existe.
Como a informação passa pelo sistema
Um lead chega, é qualificado, entra no CRM certo e a equipa é notificada — sem passos manuais. Composição ilustrativa, não representa uma implementação ou cliente real.
Onde isto pode fazer diferença
As ferramentas que a equipa já usa passam a comunicar entre si, sem copiar dados à mão de um lado para o outro.
Um lead novo é registado e encaminhado automaticamente para a pessoa certa, sem depender de alguém estar disponível para o fazer.
Tarefas repetitivas deixam de ocupar tempo da equipa, que passa a ser gasto em trabalho que exige mesmo uma pessoa.
Menos passos manuais significa menos oportunidades de erro humano ao longo do processo.
O que fica a funcionar no fim.
As suas ferramentas ligadas entre si
O website, o email, a folha de cálculo, o CRM. Passam a comunicar sem ninguém copiar dados de um lado para o outro — e sem trocar de sistema.
Pedidos registados no momento em que entram
Cada pedido fica registado com origem e estado assim que chega, em vez de depender de alguém o transcrever mais tarde.
Encaminhamento e notificações automáticas
A pessoa certa é avisada do que lhe compete, quando compete. Sem depender de alguém estar disponível para reencaminhar.
O processo mapeado antes de ser automatizado
Começamos por perceber como o trabalho é feito hoje, com que ferramentas e por quem. A automação encaixa no que existe em vez de obrigar a recomeçar.